domingo, 25 de julho de 2010

Vaidade deste século

Não sei em que ano você está lendo isso, mas vou lhe contar que quando você estiver aí, deste jeito que está agora, deve estar procurando o que fazer ou está a fazer uma pesquisa daquilo que escreviam antigamente. Pois bem, vou lhe dizer uma coisa:

No meu tempo existem os Blogs. É assim uma espécie de bar-literário com a diferença de não haver copos, nem cervejas, nem gente a servir. Apenas escritores e leitores.

É um espaço incrível. Tanto dá para rir, como para chorar. Há até quem fique maluco por aqui. Depende do grau de dependência ou da exigência da pessoa. Mas o melhor é não se envolver muito e procurar pelo menos satisfazer a sua própria vontade.

Eu também tive minhas fases. Ora estava toda empolgada a escrever para ser lida, oras me via a chamar a atenção para que alguém dissesse qualquer coisa, nem que fosse para criticar... Mas esta palavra é dura. Porque um Blog não é isso. A crítica não é bem aceita aqui. Não se pode exagerar. É como estragar um brinquedo, compreende?

Este espaço comunitário foi criado para o deleite do escritor e do leitor. Cabe muita gente, dá para todas as culturas, pode escrever em qualquer língua e ainda por cima, se quiser, pode de graça mostrar uns vídeos ou músicas de que você gosta.

Mas queria falar da vaidade. Não daquela vaidade que termina por esquecer os outros, mas daquela vaidade gostosa que faz o coração chorar de emoção quando alguém lhe escreve doces palavras, lhe elogia a alma, diz que você é importante no mundo e que seu trabalho é magnífico e que ajuda as pessoas...

Esta vaidade de que falo e que nos faz feliz, você só vai sentir quando conseguir também ajudar alguém através daquilo que você escreve.

Este é o mistérios das letras do alfabeto. Juntá-las, separá-las e comunicar para todo o mundo:
A sua mensagem!

Bem haja!
Joice Worm

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