sábado, 29 de novembro de 2008

Paixão

Consegues descrever o que sentiste quando achou que estava apaixonado ou apaixonada?...

Um frio no estômago, um tremor nas pernas, uma fascinação de hipnotizar...
Procuraste se arrumar mais, ajeitar melhor o cabelo, parecer mais bonito ou bonita?...

Ai o amor... Sempre a procura de agradar...

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Don´t worry. Be happy!!

A todos,

Vos digo: A cada dia que passa, e a cada momento que eu experimento coisas novas ou sou confrontada com, personalidades, dificuldades, contrariedades... Me transformo em uma pessoa mais alerta, corajosa e sábia.

Já não tenho os pequeninos medos de menina e ando a perder os medos de adulto, quer seja pelas ameaças dos impostos ou seja por uma conta que não posso pagar... Quanto a factos não há argumentos.

Por isto, se estou feliz, estou feliz mesmo. Se estou infeliz, faço de tudo para mudar a situação. Não quero me enganar dizendo que amanhã será um dia melhor, pois amanhã é amanhã. E hoje estou viva e preciso mudar de atitudes e resolver meus assuntos da melhor forma possível. Quando acordar amanhã, tenho certeza que alguma coisa já fiz...

Quanto ao orgasmo, o bom é desfrutar desta coisa boa que Deus deu: A mais perfeita integração de todos os orgãos. Não vale a pena fingir. Quem perde é o fingidor. Mesmo que demore de chegar, vale a pena a espera. Há muito o que fazer no interím... Beijar aqui e acolá, acariciar, dizer palavras boas e concentrar-se neste momento de glória.

Acreditem que mesmo a um acamado enfermo, as carícias do companheiro/a lhe devolverá à saúde. A alma não esquece dos afagos de uma mão. E está disponível a entregar-se para não lembrar da dor.

Depois deste auge, sinta o milagre. Nos sentimos:
Leves, seguros e cheios de vontade de viver.


http://www.youtube.com/watch?v=rz1OfJglBbI

Don't worry, be happy!

Viva a vida!!

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Fingir para que?

Espero, jamais, fazer de conta que sou feliz.
Quero mesmo ser feliz.
Jamais fingirei um orgasmo.
Quero mesmo senti-los.
Jamais direi que amo sem amar...
Quero amar, amar, amar...

Joice

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Esforço pessoal

Isto é o que temos que fazer...
Nosso esforço individual servirá para mudarmos o mundo.
Cada esforço que fizermos por nós, estaremos a fazer para outros.
E cada esforço que fizermos para o outro, estaremos a fazer por nós.

Eu e o Paulo estamos lutanto com todas as nossas forças,
por conseguir realizar um sonho e garantir o futuro da nossa família,
visando o nosso crescimento para podermos ajudar mais pessoas.

Não será difícil chegar ao ponto que queremos,
pois o que nos une, é um único objectivo.
O que nos une, é querer fazer um ao outro feliz,
O que nos une, é querer chegar ao fim. Juntos.

Neste momento, os apoios são quase nulos.
Entre alegrias e novidades de negócio,
reconhecemos alguns amigos.
Reconhecemos "um amigo".
E lhe agradecemos. Pois sem nos pedir nada em troca
Nos ajudou financeiramente com o pouco que tinha...

... Acredite... Se um dia parece que todas as luzes se apagaram, haverá sempre alguém que acenderá uma pequenina chama, para lhe fazer enxergar o caminho. Bem haja!...

Obrigado, L. F. F. !!

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Pie in the Sky

O SEGREDO DO SUCESSO !

ANA CLAUDIA LAFORGA &
RICHARD PREEN

Ana Claudia Laforga"Pie in the Sky"
Rua Cayowaá, 1005 A - Perdizes, 11
- 9472-097311
- 3862-145111


Matéria no Estadão de São Paulo, hoje!!

PARABÉNS CLAUDIA E RICHARD, SÃO OS DESEJOS DE TODOS OS BLOGUITAS SEUS AMIGOS.!!!!! FORÇA, AÍ....
QUEREMOS COMER TORTAS!! HEHE...

Sombra

Eu costumo dizer que a sombra aparece mediante a direção que você deixa a luz incindir sobre o seu corpo.
E o corpo e o ego desaparece quando você se coloca na sombra de outro corpo.


Esta resposta me inspirei em uma pergunta que Vivian - In Foco fez no post "Matar o Ego".

sábado, 22 de novembro de 2008

Frigideira do Espírito

O vapor abre o espírito dos mexilhões.
A sauna é uma boa maneira de abrirmos o nosso.

O sal da sabor à comida,
E um pouco de contratempo também dá sabor à vida.

O cheiro lembra lugares
E os lugares nos faz sentir cheiros

O vapor, o sal e o cheiro
O espírito, a vida e os lugares

Somos nós. Mas a essência da vida está no SAL dos contratempos.

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Um Milagre e um até...

Onde anda a Joice que não aparece há 4 dias???
- Ando a preparar um pequeno milagre junto com o meu marido cozinheiro...

E o que mais?
- Limpando, decorando, criando...

E o que é?
- Um Café-Bar-Restaurante

Em plena crise?
- E daí? Não podemos ficar parados a assistir e esperar para bater a cabeça no fundo...

E estás segura?
- Demais!

Feliz?
- Muito mais. Ao menos a minha vida pulsa.

Então... Boa sorte para o casal!
- A sorte está do nosso lado. E a motivação agarrada aos nossos pés. Agora já não dá p'ra parar. Voltarei em breve para contar... Até já meus queridos amigos!

domingo, 16 de novembro de 2008

Today Flowers





20060114-Flores-Murilo78

Um desafio do Carlos...

O Carlos, amigo do Blog NO LIMITE DO OCEANO, me convidou a um desafio... Lhe disse entretanto que achava que não ia conseguir responder, mas resolvi tentar. Basicamente o que tenho para fazer é escolher um artista e com base nas músicas, responder a 10 perguntas.

Aqui está o desafio com as minhas respostas… Com base nas músicas cantadas por Milton Nascimento.

1. És homem ou mulher?
..... Maria Maria

2. Descreve-te:
.... Milagre dos Peixes

3. O que as pessoas acham de ti?
..... Que bom amigo

4. Como descreves o teu último (antes do actual) relacionamento?
..... Coisas da Vida

5. Descreve o estado actual da tua relação amorosa:
......Um gosto de sol

6. Onde querias estar agora?
..... Nos bailes da vida

7. O que pensas a respeito do amor?
..... O cio da Terra

8. Como é a tua vida?
..... Travessia

9. O que pedirias se pudesses ter só um desejo?
..... Sorri

10. Escreve uma frase sábia:
...... Bola de meia, bola de gude

Como era de se esperar vou passar este desafio a CARO, ALICE e MARCOS SANTOS. Vou imaginar outro desafio para enviar aos outros cristais que adoro, mas o Carlos disse que eram só para 3 desta vez... Aí estão vocês sendo desafiados, mas os visitantes podem comentar do mesmo jeito.

Já agora, conheces e gostas de alguma música que o Milton canta, destas que eu mencionei?

sábado, 15 de novembro de 2008

Na ponta do pé

Cantar e dançar nos põe no topo do mundo em ponta de pés.
As mãos para o alto e olhos fechados,
Se quiseres, te faz pensar que já alcançaste a felicidade.

Joice

(Me inspirei no Bog da Isa: Estrela Errante (Deixa a tua alma voar).... Linck:
http://flordodeserto.blogspot.com/2008/11/benditas-lgrimas.html).

domingo, 9 de novembro de 2008

Minha estrada, minhas curvas

Olhem só o que escrevi na Terça-feira, 24 de Outubro de 2006... E já se passaram 2 anos mais. Foi um misto de amor-ódio com certeza... (Risos).

Uma estrada feminina

Às vezes me sinto como se fosse uma estrada em sua paisagem circundante. Tenho curvas, montes, vales, buracos, floresta e até rios poluídos quando de vez em quando sai do seu regaço e vai cano abaixo. Lindo. Uma paisagem incomparável. Não tem cheiro por momentos, mas depois se me concentro, até desmaio de satisfação. Ali estou eu, só com o meu corpo, cheio de sabor e energia, cheio de desejos sobre ele e curtindo um momento único de amor próprio. Gostando de mim, dia após dia, esse meu corpo que já foi mais belo e agora, mais velha, com essa gordurinha em torno da barriga, tão gostosa... Esses cabelinhos brancos na cabeça, fazendo notar ainda mais o meu charme interior quando sai de vez em quando das madeixas negras que ainda me restam... Que perfeição da natureza. Deus não descansou enquanto não me modelou... Ah, Homem. Por que me fizeste tão bela a envelhecer... Agora é impossível viver sem me esquecer. Isso das curvas a mais que me pusestes agora, foi demais. Adorei. Até dão para segurar melhor as calças... Antes caíam pela cintura que até precisava de cintos, agora, é só excesso de gostosura!
Bom, vou dormir, e pedir mais um dia de vida.
Só assim verei que amanhã estarei mais VELHA e mais BELA!

Realmente... Devemos escrever e guardar para um dia reler. Apesar de me sentir impulsionada a mudar os primeiros parágrafos, terminei por achar graça. Viva a vida!!...

sábado, 8 de novembro de 2008

Por estas e outras...

(Inspirado no Blog de Taxi Pluvioso - Pratinho de Couratos, terminei por divagar sobre a minha vida econômica...)

...Por estas e outras que eu saí do Brasil,
Por estas e outras que saí de Portugal,
Por estas e outras que estou em Espanha...

E por estas e outras, que apesar de não ser dona de um Banco,
estou vendendo a minha sabedoria, aprendida ao longo da vida, com e sem os livros, para montar um Restaurante...
O terceiro, pois antes a minha sabedoria não funcionou tão bem.
Não contava com a troca da moeda de escudos para euros,
não contava com aumento de impostos,
não contava com a crise, não contava com as dificuldades das famílias que passaram a encarar comer fora, como luxo...
Não contava com nada disso, e usufruímos o dinheiro em família.

Não me arrependo. Tenho o que contar...
Posso dizer do bom que comi e do melhor que bebi.
Das maravilhas que vi e da satisfação que me deu em comprar.

Pode existir o Presidente que fôr na face da terra. Que tenham ideologias e governos diferentes... Pode existir Instituições diversas que manipulem e regrem as pessoas...

Mas nada, irá limitar a minha maneira de ser e viver.
Assim, quando "esticar o pernil", o meu cruxifico será as minhas próprias mãos cruzadas no meu peito, mas com um grande sorriso na cara!

Ufa... Viu só. Coloquei uma montanha de coisas para fora. Até pareceu que estava na Sala de Consultas da Joice... Hehe.

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Crer ou não crer...

Eu acredito em mim...
No amigo que está ao meu lado
No amigo que está lá em cima
E no amigo que já está lá em baixo.

Quem está por trás de mim.
Eu não acredito...

Joice Worm

PODEMOS...YES, WE CAN!

Washington, quarta-feira, 05 Nov

Discurso do Presidente eleito dos Estados Unidos em 2008.

BARACK OBAMA

"Olá, Chicago!
Se alguém aí ainda duvida de que os Estados Unidos são um lugar onde tudo é possível, que ainda se pergunta se o sonho de nossos fundadores continua vivo em nossos tempos, que ainda questiona a força de nossa democracia, esta noite é sua resposta.
É a resposta dada pelas filas que se estenderam ao redor de escolas e igrejas em um número como esta nação jamais viu, pelas pessoas que esperaram três ou quatro horas, muitas delas pela primeira vez em suas vidas, porque achavam que desta vez tinha que ser diferente e que suas vozes poderiam fazer esta diferença.
É a resposta pronunciada por jovens e idosos, ricos e pobres, democratas e republicanos, negros, brancos, hispânicos, indígenas, homossexuais, heterossexuais, incapacitados ou não-incapacitados.
Americanos que transmitiram ao mundo a mensagem de que nunca fomos simplesmente um conjunto de indivíduos ou um conjunto de estados vermelhos e estados azuis.
Somos, e sempre seremos, os EUA da América.
É a resposta que conduziu aqueles que durante tanto tempo foram aconselhados por tantos a serem céticos, temerosos e duvidosos sobre o que podemos conseguir para colocar as mãos no arco da História e torcê-lo mais uma vez em direção à esperança de um dia melhor.
Demorou um tempo para chegar, mas esta noite, pelo que fizemos nesta data, nestas eleições, neste momento decisivo, a mudança chegou aos EUA.
Esta noite, recebi um telefonema extraordinariamente cortês do senador McCain.
O senador McCain lutou longa e duramente nesta campanha. E lutou ainda mais longa e duramente pelo país que ama. Agüentou sacrifícios pelos EUA que sequer podemos imaginar. Todos nos beneficiamos do serviço prestado por este líder valente e abnegado.
Parabenizo a ele e à governadora Palin por tudo o que conseguiram e desejo colaborar com eles para renovar a promessa desta nação durante os próximos meses.
Quero agradecer a meu parceiro nesta viagem, um homem que fez campanha com o coração e que foi o porta-voz de homens e mulheres com os quais cresceu nas ruas de Scranton e com os quais viajava de trem de volta para sua casa em Delaware, o vice-presidente eleito dos EUA, Joe Biden.
E não estaria aqui esta noite sem o apoio incansável de minha melhor amiga durante os últimos 16 anos, a rocha de nossa família, o amor da minha vida, a próxima primeira-dama da nação, Michelle Obama.
Sasha e Malia amo vocês duas mais do que podem imaginar. E vocês ganharam o novo cachorrinho que está indo conosco para a Casa Branca.
Apesar de não estar mais conosco, sei que minha avó está nos vendo, junto com a família que fez de mim o que sou. Sinto falta deles esta noite. Sei que minha dívida com eles é incalculável.
A minha irmã Maya, minha irmã Auma, meus outros irmãos e irmãs, muitíssimo obrigado por todo o apoio que me deram. Sou grato a todos vocês. E a meu diretor de campanha, David Plouffe, o herói não reconhecido desta campanha, que construiu a melhor campanha política, creio eu, da história dos EUA da América.
A meu estrategista chefe, David Axelrod, que foi um parceiro meu a cada passo do caminho.
À melhor equipe de campanha formada na história da política. Vocês tornaram isto realidade e estou eternamente grato pelo que sacrificaram para conseguir.
Mas, sobretudo, não esquecerei a quem realmente pertence esta vitória. Ela pertence a vocês. Ela pertence a vocês.
Nunca pareci o candidato com mais chances. Não começamos com muito dinheiro nem com muitos apoios. Nossa campanha não foi idealizada nos corredores de Washington. Começou nos quintais de Des Moines e nas salas de Concord e nas varandas de Charleston.
Foi construída pelos trabalhadores e trabalhadoras que recorreram às parcas economias que tinham para doar US$ 5, ou US$ 10 ou US$ 20 à causa.
Ganhou força dos jovens que negaram o mito da apatia de sua geração, que deixaram para trás suas casas e seus familiares por empregos que os trouxeram pouco dinheiro e menos sono.
Ganhou força das pessoas não tão jovens que enfrentaram o frio gelado e o ardente calor para bater nas portas de desconhecidos, e dos milhões de americanos que se ofereceram como voluntários e organizaram e demonstraram que, mais de dois séculos depois, um Governo do povo, pelo povo e para o povo não desapareceu da Terra.
Esta é a vitória de vocês.
Além disso, sei que não fizeram isto só para vencerem as eleições. Sei que não fizeram por mim.
Fizeram porque entenderam a magnitude da tarefa que há pela frente. Enquanto comemoramos esta noite, sabemos que os desafios que nos trará o dia de amanhã são os maiores de nossas vidas - duas guerras, um planeta em perigo, a pior crise financeira em um século.
Enquanto estamos aqui esta noite, sabemos que há americanos valentes que acordam nos desertos do Iraque e nas montanhas do Afeganistão para dar a vida por nós.
Há mães e pais que passarão noites em claro depois que as crianças dormirem e se perguntarão como pagarão a hipoteca ou as faturas médicas ou como economizarão o suficiente para a educação universitária de seus filhos.
Há novas fontes de energia para serem aproveitadas, novos postos de trabalho para serem criados, novas escolas para serem construídas e ameaças para serem enfrentadas, alianças para serem reparadas.
O caminho pela frente será longo. A subida será íngreme. Pode ser que não consigamos em um ano nem em um mandato. No entanto, EUA, nunca estive tão esperançoso como estou esta noite de que chegaremos.
Prometo a vocês que nós, como povo, conseguiremos!
Haverá percalços e passos em falso. Muitos não estarão de acordo com cada decisão ou política minha quando assumir a presidência. E sabemos que o Governo não pode resolver todos os problemas.
Mas, sempre serei sincero com vocês sobre os desafios que nos afrontam. Ouvirei a vocês, principalmente quando discordarmos. E, sobretudo, pedirei a vocês que participem do trabalho de reconstruir esta nação, da única forma como foi feita nos EUA durante 221 anos, bloco por bloco, tijolo por tijolo, mão calejada sobre mão calejada.
O que começou há 21 meses em pleno inverno não pode acabar nesta noite de outono.
Esta vitória em si não é a mudança que buscamos. É só a oportunidade para que façamos esta mudança. E isto não pode acontecer se voltarmos a como era antes. Não pode acontecer sem vocês, sem um novo espírito de sacrifício.
Portanto façamos um pedido a um novo espírito do patriotismo, de responsabilidade, em que cada um se ajuda e trabalha mais e se preocupa não só com si próprio, mas um com o outro.
Lembremos que, se esta crise financeira nos ensinou algo, é que não pode haver uma Wall Street (setor financeiro) próspera enquanto a Main Street (comércio ambulante) sofre.
Neste país, avançamos ou fracassamos como uma só nação, como um só povo. Resistamos à tentação de recair no partidarismo, na mesquinharia e na imaturidade que intoxicaram nossa vida política há tanto tempo.
Lembremos que foi um homem deste estado que levou pela primeira vez a bandeira do Partido Republicano à Casa Branca, um partido fundado sobre os valores da auto-suficiência e da liberdade do indivíduo e da união nacional.
Estes são valores que todos compartilhamos. E enquanto o Partido Democrata conquistou uma grande vitória esta noite, fazemos com certa humildade e a determinação para curar as divisões que impediram nosso progresso.
Como disse Lincoln a uma nação muito mais dividida que a nossa, não somos inimigos, mas amigos. Embora as paixões os tenham colocado sob tensão, não devem romper nossos laços de afeto.
E àqueles americanos cujo apoio eu ainda devo conquistar, pode ser que eu não tenha conquistado seu voto hoje, mas ouço suas vozes. Preciso de sua ajuda e também serei seu presidente.
E a todos aqueles que nos vêem esta noite além de nossas fronteiras, em Parlamentos e palácios, a aqueles que se reúnem ao redor dos rádios nos cantos esquecidos do mundo, nossas histórias são diferentes, mas nosso destino é comum e começa um novo amanhecer de liderança americana.
A aqueles que pretendem destruir o mundo: vamos vencê-los. A aqueles que buscam a paz e a segurança: apoiamo-nos.
E a aqueles que se perguntam se o farol dos EUA ainda ilumina tão fortemente: esta noite demonstramos mais uma vez que a força autêntica de nossa nação vem não do poderio de nossas armas nem da magnitude de nossa riqueza, mas do poder duradouro de nossos ideais: democracia, liberdade, oportunidade e firme esperança.
Lá está a verdadeira genialidade dos EUA: que o país pode mudar. Nossa união pode ser aperfeiçoada. O que já conseguimos nos dá esperança sobre o que podemos e temos que conseguir amanhã.
Estas eleições contaram com muitos inícios e muitas histórias que serão contadas durante séculos. Mas uma que tenho em mente esta noite é a de uma mulher que votou em Atlanta.
Ela se parece muito com outros que fizeram fila para fazer com que sua voz seja ouvida nestas eleições, exceto por uma coisa: Ann Nixon Cooper tem 106 anos.
Nasceu apenas uma geração depois da escravidão, em uma era em que não havia automóveis nas estradas nem aviões nos céus, quando alguém como ela não podia votar por dois motivos - por ser mulher e pela cor de sua pele.
Esta noite penso em tudo o que ela viu durante seu século nos EUA - a desolação e a esperança, a luta e o progresso, às vezes em que nos disseram que não podíamos e as pessoas que se esforçaram para continuar em frente com esta crença americana: Podemos.
Em uma época em que as vozes das mulheres foram silenciadas e suas esperanças descartadas, ela sobreviveu para vê-las serem erguidas, expressarem-se e estenderem a mão para votar.
Podemos.
Quando havia desespero e uma depressão ao longo do país, ela viu como uma nação conquistou o próprio medo com uma nova proposta, novos empregos e um novo sentido de propósitos comuns. Podemos.
Quando as bombas caíram sobre nosso porto e a tirania ameaçou ao mundo, ela estava ali para testemunhar como uma geração respondeu com grandeza e a democracia foi salva. Podemos.
Ela estava lá pelos ônibus de Montgomery, pelas mangueiras de irrigação em Birmingham, por uma ponte em Selma e por um pregador de Atlanta que disse a um povo: "Superaremos".
Podemos.
O homem chegou à lua, um muro caiu em Berlim e um mundo se interligou através de nossa ciência e imaginação.
E este ano, nestas eleições, ela tocou uma tela com o dedo e votou, porque após 106 anos nos EUA, durante os melhores e piores tempos, ela sabe como os EUA podem mudar.
Podemos.
EUA avançamos muito. Vimos muito. Mas há muito mais por fazer. Portanto, esta noite vamos nos perguntar se nossos filhos viverão para ver o próximo século, se minhas filhas terão tanta sorte para viver tanto tempo quanto Ann Nixon Cooper, que mudança virá? Que progresso faremos? Esta é nossa oportunidade de responder a esta chamada. Este é o nosso momento. Esta é nossa vez.
Para dar emprego a nosso povo e abrir as portas da oportunidade para nossas crianças, para restaurar a prosperidade e fomentar a causa da paz, para recuperar o sonho americano e reafirmar esta verdade fundamental, que, de muitos, somos um, que enquanto respirarmos, temos esperança.
E quando nos encontrarmos com o ceticismo e as dúvidas, e com aqueles que nos dizem que não podemos, responderemos com esta crença eterna que resume o espírito de um povo:
Podemos.
Obrigado. Que Deus os abençoe. E que Deus abençoe os Estados Unidos da América".

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Passando energia com doçura


Ao som da música de Elton John, sintam a importância da beleza feminina e o papel que as curvas, doçura e olhar de uma mulher faz na face da terra, principalmente em momento de desolação e angústia...




Deixem o sentimento navegar de emoção na imagem de guerra quando Norma Jean (Marily Monroe) fala e canta para os soldados.
Verás como se fosse a imagem de Vênus acarinhando os guerreiros de Marte.

Nada será mais bonito do que o sentimento de carinho.
Bem haja!!

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Soy Rico!

Alejandro Ballesteros Montaño
Título: Soy Rico Y De Nada Tengo Necesidad (de la Serie: 7Vy4A)
Técnica: Acrílico / Madera Medida: 120 x 120 cm Año: 2004


Convido-vos para ler e refletir uma história que criei há 1 ano atrás...

http://opequenomilagre.blogspot.com/2007/08/um-homem-muito-rico-de-dinheiro.html


A vida segue o seu curso...
Mas nós é que ditamos as normas de como ela seguirá.
Bem haja!

(Se tiverem o impulso de comentar, pode ser aqui ou lá no post de Agosto.2007)