sexta-feira, 6 de junho de 2008

Exercício poético de Lúcia Oliveira

A poeta Lúcia Oliveira (linck) fez um desafio a quem quizesse comentar uma figura que postou no Globoonliners, como exercício poético/interpretativo, e eu aceitei. Olhando a figura, escrevi...

Navego sem corpo e sem alma
Não sou nada,
Mas dentro de mim vagueia o que perdi.

Entre céu e mar,
Sinto-me como em um cabide do acaso
Em que não posso deixar de pensar
Que um dia fui gente
E carreguei flores.

Hoje, não sou nada,
Outra vez...

(Joice Worm)

19 comentários:

mundo azul disse...

É um belo poema!!! O desafio foi vencido por você...Com louvor!
Beijos de luz e um final de semana especial!!!

JOICE WORM disse...

Obrigada Zélia, mas há lá muitos poemas que são de tirar o chapéu!!

Lu Cavichioli disse...

Querida Joice, me fizeste esse carinho?! Ah que alegria, viste?
Obrigada minha linda, por seres quem és!

Te adoro de montão
ultrabeijos da amiga Lu

CarLitos disse...

:) sempre na hora certa! mas que timming! :D

Dauri Batisti disse...

Ora gente, ora nada
ora gente, ora nada
ora gente, ora nada

no passo carregamos flores
no descompasso as sementes

Gostei.

Camilla Tebet disse...

Querida, hoje és poeta. De mão e coração cheio.
Qto ao seu comentário no meu post: concordo com vc; xô ódio. Mas as palavras, às vezes, tem vida própria e as frases tomam rumo sem final feliz.
Obrigado sempre por suas visitas.
beijso

v.carlos disse...

Não sabes o tanto q me encantas ao demonstrar tanto carinho no meu blog: Comentando vários posts.

Realmente mt legal da sua parte. Me admirei por aqui, vc escreve bem e é uma boa poetisa, tá de parabéns.



Beijos
Fique na Graça

Anónimo disse...

É um bonito poema! Você nunca foi de recusar um desafio e vence sempre a todos.
Beijos
Walter

JOICE WORM disse...

Lu,
Sabes bem que você merece!!

Carlitos,
Seu chamado mental é que é infalível!!

Dauri,
Você gostar de poesia minha é uma grande honra. Obrigada!

Camila,
Tens razão, e nada como "nossas palavras mais verdadeiras" para deixar fluir os nossos sentimentos.
Um beijo grande, já não lhe posso perder de vista.

V. Carlos,
Não me custou nada ler mais que um post. Gostei da sua maneira descontraída de escrever, e como não me cansava... Segui viagem.
Um forte abraço para ti. Já viu que eu tenho um linck da minha página para a sua?

JOICE WORM disse...

Oi Tio Walter,
Sabia que estamos os dois on line? Você daí de Salvador e eu aqui em Badajoz. Dois continentes separados pelo mar e ligados pelo amor e amizade. Que sensação maravilhosa!!
Obrigada pelos seus elogios tio.
Um beijo grande!!

Ju disse...

Lindo poema!
mas fiquei curiosa para ver a imagem e não a encontrei!!!
beijos
:)

JOICE WORM disse...

Oi Ju, basta clicar no nome de "Lucia Oliveira" te leva directamente para a página que tem a figura e os outros poemas. Demora um bocadinho, mas chega.
Beijinhos.

Tâmara disse...

Lindona...
E repito sempre:
És dona das falavras!!

Bjo!!!

C3-PO disse...

Belo poema com uma interpretação da figura que não esperava! Muito bom*

JOICE WORM disse...

Oi Tâmara,
Eu dona das palavras... Não creio. Sei que todos os Blogs que eu visito, são os mais especiais que encontro e acredite que passo por muitos e nunca mais volto e outros que guardam o meu coração com eles.
Beijo grande!

C3-PO,
Tanto tempo já nos conhecemos... E ainda continuamos a ler-nos. Legal!
Já vi que conseguiu ver a figura. Por acaso, é interessante que cada um que vê, vê de uma maneira. Este poema, foi o que a figura me inspirou. Um beijo grande pra ti também!

Luci disse...

Nossa. Bonito e profundo.

Pra pensar mesmo, Joice!

Bjo,

Luci:)))

JOICE WORM disse...

Oi Luci, querida!
Acabei de estudar e já são 3:25 da manhã aqui em Espanha. Já ia fechar o computador quando recebi o seu carinho. Beijinhos para ti!
E obrigaduuuuuuuuuu!

xistosa disse...

Afinal a imagem não é nada ...
Mas o seu poema é a descrição perfeita de que nada pode ser belo e escrito com melodia
Hoje, eu é que não sou nada.
Como sempre ...

JOICE WORM disse...

Xistosa,
Mas quem disse que você é nada "como sempre??" Quero uma frase mais positiva. Não foi à toa que nasceste. E não foi à toa que eu fui lá para buscá-lo de volta, amigo! Seu Blog tem conteúdo.