segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Acordo Ortográfico

Anónimo (AO)
adjetivo

1. que não se quer dar a conhecer
2. sem nome; não assinado

nome masculino
1. aquele que não assina o que escreve
2. indivíduo desconhecido ou que não quer dar a conhecer-se;

ECONOMIA sociedade anó(ô)nima sociedade por ações, que não tem a designação de nenhum dos seus associados (Do gr. anónymos, «sem nome»)

ACORDO ORTOGRÁFICO grafia dupla: anônimo

O acordo já foi assinado. Agora para não nos chocarmos tanto com as palavras que estamos habituados, o dicionário autorizado on line que podemos conferir é: http://www.infopedia.pt/pesquisa?qsFiltro=29

Escreva a palavra que tem dúvidas e...
bom, há que se reaprender. Assim escreveremos sem grandes confusões ou choques.

11 comentários:

Antonio saramago disse...

É PENA!!!
Lá tenho eu de ir para Escola novamente, sobre o que te pedi, vou fazer de conta que é verdade!!!!
Talvez seja melhor assim, não quero nunca é perder o teu!!

Sol da meia noite disse...

Palavras se reescrevem...
Desde que a essência se não perca...

Beijinho, amiga *

Vivian disse...

...geralmente usa-se deste recurso, quando se precisa
de atenção...

e esta atenção é quase sempre
resultado de carências ou
questões de vida mau-resolvidas, salvo alguns casos que nada mais
é do falha de caráter.

desde que estes indivíduos acrescentem, somem, e não tirem nosso sossego e paz, que
sejam bem-vindos então!

muahhh, Joice linda!

Fernanda disse...

Eu acho este acordo uma palermice; temos diferenças e continuaremos a tê-las, por mais que os linguistas teimem em uniformizar a língua portuguesa. Realidades diferentes resultam num montão de difereças. Entretanto, obrigada pelo link ;) !
Boa semana, Joice!
Bjsssss

JOICE WORM disse...

António,
Não se preocupe, acho que todos os portugueses e brasileiros deviam escrever como sempre escreveram e deixar para corrigir quando fosse estritamente necessário. Na nossa geração, vai ser muito difícil ensinar a todos em pouco tempo. Digamos que o Acordo vai servir para os miúdos que estão começando a aprender agora...

Sol,
Há palavras, que mesmo escritas mal, ouvimos o som exacto do que queremos dizer, não é?

Vivian,
É uma pena que este homem venha de lá de João Pessoa, na Paraíba para tentar chamar atenção à ele no meu Blog. Uma coisa que não tem lógica nenhuma... Mas o que vou fazer. Ele tem o mundo todo para fazer de vítima. Desta vez, calhou a mim. Deixa lá... Se ele ao menos me falasse com menos nervosismo, quem sabe a gente se entendia? Enfim...

Fernanda,
Oiiiiii. Quanto tempo, hein?.
Realmente este acordo vai ser uma grande confusão. Eu cá já não sei se escrevo em brasileiro ou português. Ainda há pouco tempo fui corrigida pela palavra Anônimo (como se escreve no Brasil), mas afinal esta palavra, entrou em vigos como se escreve em Portugal "Anónimo"... Daí, vês.

GUILHERME PIÃO disse...

A nossa lingua portuguesa (brasileira) é dose...
Abraços

Marcos Santos disse...

Gostei Joice

E não se esqueça, não "trema" em cima de U.

Beijo

Gui Sillva disse...

agora, oe Lula ter assinado o novo "acordo", é piada pronta.

hahahahahhhaa

xistosa - (josé torres) disse...

Para aprender tudo do novo acordo, vou ter que aprender bem o brasileiro.
Depois retornar ao português e adaptá-lo ou aprendê-lo melhor.

Por exemplo, "adapta-lo", que escrevi aí por cima, deixa de ter acento. O meu Word, se eu o colocar, ou retira-o ou sublinha a palavra a vermelho.

Vamos ter casos muito engraçados que os linguistas não se lembraram ou não ligaram.
Tenho à minha frente um montão de palavras, só não sei o que é facultativo ou obrigatório.

A mim já não me faz diferença, pois sou do tempo de
mafia e não máfia,
por que o peixe, safio, não passou a sáfio?
Qual a regra gramatical que justifica esta aberração.
E Nóbel e Nobél, eu sei que não levam acento, mas a 1º forma, vai ser sempre a minha.
Quero lá saber quem foi o inventor.
Nunca o português será igual ao brasileiro e vice-versa, só depois de morrermos é que falaremos a mesma língua!

Denise BC disse...

já salve o link, muito boa dica.

C3-PO disse...

Recuso-me a escrever como no acordo! O Brasil já tinha o seu acordo para ser um excepção e agora fazer um acordo com umas palavras daqui outras dali sem nenhuma atenção à etimologia das palavras e à sua evolução natural é uma simples palermice! (Perguntem aos estudiosos!)
O Brasil e Portugal sempre se entenderam bem... não é preciso um acordo, muito menos feito assim!

Beijos* =)