sábado, 27 de setembro de 2008

Gargalhar! Levantar e sorrir!...

Nada como dar umas boas gargalhadas!

Rir é a minha terapia de beleza. Consigo evitar as tais doenças psíquicas, como a depressão, falta de auto-estima, medos, fobias, paranóias e stress. Sou otimista por natureza.

Apesar de ter tido minhas decepções quando era criança, consegui pensar como "Poliana", a menina do faz-de-conta. E tudo aquilo que eu não não podia ter, fazia de conta que tinha de outra forma. Quando deprimia-me, tentava não pensar muito no assunto, não especular, nem imaginar o mal que alguém me tinha feito, ou melhor, não desenvolvia o sentimento de tristeza para que não me afundasse ainda mais nela.

Quando entrei na adolescência, passei por todos os infortúnios comuns da idade. Amigos considerados, que afinal provaram que não mereciam a minha amizade; amores não correspondidos; dificuldades em superar uma matéria escolar; problemas familiares; ingresso na vida profissional, acompanhada por medos, enganos e exploração salarial; etc. Fui aprendendo a olhar por fora, calcular o assunto com alguma frieza e sorrir para a "anedota da vida"...

Pensava eu... «Isso só pode ser uma brincadeira de Deus... Não deve estar a se passar comigo. Deve ser um pesadelo. Amanhã, quando acordar vou ver que afinal tudo já passou...». Ia assim brincando e tentando "avacalhar" a chatice do momento.

Consigo superar meus problemas assim desta maneira. E quando vejo que não conseguirei sozinha, compartilho com um amigo (a). Converso, relaxo e no final termino por rir de mim mesma.

Por vezes dou uma boas gargalhadas. Procuro ver filmes hilariantes e me deixo descontrair. Produzo minhas endorfinas que me dá uma sensação de prazer e felicidade. Nesta altura procuro pessoas que estão com depressão para ajudá-las a se auto-definir superando a tristeza. Mas quando estou em baixo (por ser humanamente natural, quando não há um motivo plausível), não me aproximo delas. Não valeria a pena para nenhuma das partes.

... Me sinto cada dia mais bonita. Até barriga já perdi com as abdominais do riso. Já reparou que rir, até sem som, mexe o abdomên?. Não tenho rugas nenhumas em plena idade dos quarenta e sete. Minha pele é oleosa, o que me ajuda a conservá-la. Mas toda a cara insiste em rir... até o meu jeito de olhar, se nota que estou rindo. Adoro meu estado de espírito.

Há dias que me sinto lindamente acompanhada por espíritos amigos. Faço uma pergunta em voz alta, e se obtenho logo a resposta, mesmo que seja enquanto procuro um objeto em casa... se encontro de imediato, solto um beijo para o lado e digo... «Muac! Obrigada, meu querido (a)!». Continuo na brincadeira, e vou me divertindo sozinha.

Não custa nada rir. Trabalho 14 músculos da minha face, se rir. E 365 quando me deprimo. É muito músculo a endurecer e envelhecer... Não vale a pena o esforço!!

Por isso, LEVANTA E SORRIAAAAAAAAAA!!!

6 comentários:

Fernando Rozano disse...

sorrir, do mais intensos verbos que podemos sempre conjugar. feliz fim de semana, repleto de sorrisos. meu abraço carinhoso.

JOICE WORM disse...

A gente que o diga, hein Fernando. Estamos sempre a procura de descontração. E rimos de tudo. Por isso que só sua barba é grisalha... Só envelhece do nariz ao queixo! (risos)

Sol da meia noite disse...

Tenho saudades dos tempo em que assim era também...
A vida foi-me roubando essa capacidade, esse poder... fui desaprendendo...
Mas sei bem que esse é o caminho que nos faz felizes, sobretudo rir de nós mesmos...

Abracinho, minha amiga
:-)))

Ilaine disse...

Joice!

Ah, rir... Como é bom. Pois, fiz uma terapia intensa em julho, quando minha irmã e amiga estiveram me visitando. Tiramos os atrasados e rimos pra valer. Foi ótimo.

Abraço

JOICE WORM disse...

Sol,
Acho que a vida não nos rouba nada. A gente é que joga fora.
Eu por vezes rio sim, de mim mesma. Ainda hoje com o comentário do "Anônimo" que postei, fartei-me de rir do cara. Devia estar em um canto morto sem saber o que fazer da vida e eu tive a sorte dele dar um clic no meu post. Bingo!
Agora me divirto com ele, poderia achar que era um problema, mas prefiro lhe encarar como uma pessoa que me pede ajuda... Por enquanto estamos na primeira fase. (risos)

Ilaine,
Que legal estes encontros de familiares, cheios de saudades e risos. Bem haja!, amiga!!

xistosa - (josé torres) disse...

Há uma eternidade que não vinha a este canto de felicidade.
Eu gosto de comentar, mas antes ler tudo.
Por vezes até o que não está escrito.
É este o caso.
Aqui respira-se felicidade exterior, mesmo que a vida nos seja amarga.
Eu tento o mesmo, mas não consigo imprimir a velocidade transparente dos sorrisos desde canto.
Nunca vi, li, ou ouvi, (estou longe) um murmúrio daqueles amargos.

Se "O GRANDE Milagre", fosse um jardim, estava sempre florido e talvez levássemos uma flor, os visitantes.

Rir faz bem, parece-me que medicamente está confirmado, mas mesmo que não estivesse, alguma coisa que pague uma boa "risada", espontânea e prolongada.

Não lhe invejo a alegria de viver ... também a possuo, talvez não tão exuberante, mas sei que vai chegar ao fim duma qualquer jornada e sem nada que não tenha feito.
Não sou muito religioso, não tenho culpa, li a Bíblia 2 vezes, Novo e Velho Testamento e gosto de respostas.
Não vivo de dogmas, por isso afastei-me do bem ou do mal ... fiquei com o meu caminho e as minhas ideias e forças.

Mas respeito todas as opções de vida.

Por isso, um dia serei talvez contemplado com espíritos amigos ...
Talvez!